sentado nessa caverna
ouvindo o som das gotas
passo o dia pensando
pensando como vai ser quando sair pra fora
sem saber como entrei aqui
coração duro e frio
amargurado e sem esperança
rendido ao teu amor
vivendo loucuras nesse mundo insensato
perdido nas ruas escuras de SP
me encontro só!! nessa caverna
ouvindo as goteiras ecoar o som da solidão
Derrepente sua luz brilha
aquece o meu coração
e sem medo de estar só
luto pela sua justiça
grato pelo seu sacrificio
quinta-feira, 30 de abril de 2009
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hey, John... poeta
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